Conto Erótico: Lara e uma Festa de Máscaras Sexy e Selvagem

Lara ajustou a máscara preta de plumas que cobria metade do seu rosto, sentindo o tecido sedoso roçar a pele enquanto entrava na mansão iluminada por lustres de cristal. Aos 32 anos, casada há oito com um marido previsível e ausente, precisava de algo além das noites monótonas de Netflix e vinho barato. A festa de máscaras era o pretexto perfeito: anonimato total, convites exclusivos para uma elite que não perguntava nomes. Vestia um vestido vermelho colado ao corpo, decote profundo expondo os seios fartos, e saltos que faziam as coxas longas destacar-se. «Só para dançar», mentiu a si mesma ao sair de casa.

A música pulsava alta, corpos mascarados entrelaçando-se na pista improvisada do salão principal. Lara pegou uma taça de champanhe, o borbulhar gelado descendo pela garganta, e deixou-se levar pelo ritmo. Foi então que ele surgiu: um homem alto, ombros largos sob uma camisa preta desabotoada, máscara prateada cobrindo olhos penetrantes. Victor – ainda não sabia o nome, mas o corpo dele gritava poder. Puxou-a pela cintura sem pedir licença, colando o peito duro às costas dela. «Cheiras a desejo reprimido», sussurrou ao ouvido, a voz grave e rouca provocando um arrepio na espinha. Os quadris dele roçavam os dela ao compasso da música, o volume crescente na calça pressionando firme contra a sua nádegas. «Quero foder-te até esqueceres o teu nome… ou o dele», continuou, mordiscando levemente o lóbulo da orelha. Lara não resistiu; o calor entre as pernas já traía o tédio do casamento.

Dançaram minutos que pareceram horas, as mãos dele explorando as curvas sob o vestido, dedos roçando a borda da cueca de renda. «Vamos para um sítio mais… privado», murmurou, guiando-a por corredores escuros até um quarto no andar superior. A porta abriu-se para uma cena de devassidão: casais a foder em sofás e no chão, gemidos abafados misturando-se à música distante. Um homem mascarado comia uma mulher de gatas, estocadas ritmadas ecoando; outra dupla beijava-se enquanto mãos exploravam corpos nus. O ar cheirava a suor, perfume caro e sexo cru.

Victor trancou a porta e empurrou Lara contra a parede, arrancando o vestido com urgência. Os seios saltaram livres, mamilos já duros de excitação. Caiu de joelhos, erguendo a saia remanescente e rasgando a cueca com os dentes. «Olha esta cona rapada, toda molhada para mim», rosnou, a língua ávida mergulhando direto no clitóris inchado. Lara arqueou as costas, gemendo alto enquanto ele chupava com fome, sugando os lábios carnudos, enfiando a língua fundo nas dobras encharcadas. O gosto salgado dela enlouquecia-o; lambia como um faminto, dedos separando as coxas para expor mais. Ela agarrou-lhe o cabelo, quadris movendo-se contra o rosto, até o orgasmo explodir – um jato quente esguichando na boca e no queixo dele, escorrendo pelo pescoço. «Porra, és uma fonte», riu, lambendo os lábios, o rosto brilhando com os fluidos dela.

Lara, ofegante e selvagem, puxou-o para cima e atirou-o à cama king-size. Desabotoou-lhe a calça, libertando um caralho grosso e venoso, a cabeça vermelha latejando e já a vazar pré-gozo. «Minha vez», sussurrou, montando nele sem cerimónia. Guiou a ponta à entrada da cona, descendo devagar, sentindo cada centímetro a esticar as paredes internas apertadas e molhadas. «Ah, caralho, que caralho grande», gemeu, começando a cavalgar com força, seios balançando descontrolados, batendo no peito dele. Victor segurava-lhe a cintura, estocando de baixo para cima, o som molhado de carne contra carne enchendo o quarto – ploc ploc ploc, misturado aos gemidos dela e aos grunhidos dele. As bolas batiam-lhe no cu a cada descida, o suor escorrendo entre os corpos.

Foi quando a porta rangeu. Uma mulher mascarada de ouro, corpo esguio e seios pequenos com piercings nos mamilos, entrou e sorriu. «Posso juntar-me?», perguntou com voz sedutora, sem esperar resposta. Aproximou-se, ajoelhando na cama e lambendo os mamilos de Lara, sugando um de cada vez enquanto Victor continuava a foder de baixo para cima. Lara gritou de prazer, o trio formando-se naturalmente. A mulher – chamemos-lhe Eva – enfiou dedos no cu de Lara, girando devagar enquanto o caralho de Victor bombava a cona. «Sente isto? Dois buracos preenchidos», Eva sussurrou, mordendo-lhe o ombro.

O ritmo acelerou para uma orgia improvisada. Lara desmontou e ajoelhou-se entre os dois, chupando o caralho de Victor – gosto de si mesma misturado ao dele – enquanto Eva lhe lambia as bolas e enfiava a língua no cu de Lara. Boquetes duplos: Lara e Eva alternando na cabeça latejante, línguas entrelaçando-se ao redor do caralho, saliva escorrendo. Victor posicionou-as de gatas, fodendo Lara por trás com estocadas brutais, caralho entrando e saindo da cona vermelha e inchada, enquanto Eva sentava no rosto dela, cona depilada esfregando na boca faminta. Dedos voavam: no cu de Eva, no clitóris de Lara, palmadas na nádegas ecoando. Porra espirrava – Victor gozou primeiro na boca de Eva, jatos quentes que ela engoliu parte e cuspiu no rosto de Lara, que lambia tudo. Lara esguichou de novo, fluidos molhando a cama, e Eva gozou gritando, corpo tremendo.

Lara gozou múltiplas vezes, ondas de êxtase deixando-a trémula, o corpo coberto de suor, porra e saliva. No auge da confusão, máscaras começaram a cair. Victor tirou a dele por acidente durante uma estocada, revelando o rosto familiar: o marido da sua melhor amiga, o tipo que via em churrascos de família. Os olhares cruzaram-se em choque momentâneo, mas o tesão venceu – ele sorriu safado e continuou a foder, como se o segredo só apimentasse mais.

Exaustos, os três caíram na cama, corpos entrelaçados numa pilha pegajosa. Lara levantou-se primeiro, vestindo o que restava do vestido rasgado, o corpo dorido de prazer. Saiu do quarto renovada, o tédio do casamento evaporado como névoa. Planeava voltar para mais noites de anonimato – ou talvez não tão anónimo. No átrio, tirou a máscara devagar, olhando ao espelho: lábios inchados, olhos brilhando com uma fome nova. Sorriu ao reflexo, sussurrando «Até à próxima», sem saber se era para Victor, para Eva ou para si mesma. O casamento? Podia esperar. A selvajaria, não.

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